quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Educação em Pauta

Estamos chegando na reta final. Hoje, na aula de Marcelo Freire fizemos a edição final e mandamos todos os recursos multimídias para o professor. A minha matéria para o Educação em Pauta fala sobre o Projeto Futebol e Cidadania Viva da ONG Paciência Viva que ajuda jovens de comunidades carentes, através do futebol de areia, estimulando os alunos a estudarem. Existe uma relação muito grande entre o esporte e a educação. Essa é uma das propostas da entidade. Para a minha matéria, utilizei como recursos multimídias: fotos(uma galeria com as fotos dos alunos com o instrutor durante as atividades); a foto da capa; um áudio com o Diretor Superintendente falando do projeto acima mencionado e sobre a expectativa da volta do projeto que estava parado por um tempo por causa da falta de patrocínio e de outros problemas; Um vídeo da ONG, mostrando os projetos e os objetivos da ONG, com imagens dos participantes dos projetos, dos alunos, dos monitores, etc. ;Um vídeo com Cláudio Deiró, Diretor da ONG falando sobre a importância do futebol para a educação desses jovens.
Achei o maior barato ter produzido essa matéria. O assunto é bastante interessante, frente aos problemas educacionais encontrados no nosso país. Com o esporte, as crianças acabam se interessando mais pelas escolas, melhorando o rendimento escolar e os ajudando para a vida toda.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

A Febre dos blogs de política

ALDÉ, Alessandra; ESCOBAR, Juliana; CHAGAS, Viktor. A Febre dos blogs de política. Revista FAMECOS. Porto Alegre. N°33. Agosto de 2007. 29-40 p.


Alessandra Aldé é graduada em Comunicação Social, Mestranda em Ciência Política (1994) e Doutoranda também em Ciência Política e Sociologia (1996) no Instituto Universitário de pesquisas do Rio de Janeiro. – IUPERJ. Juliana Escobar é Mestranda em Comunicação e novas tecnologias na UERJ. E Viktor Chagas é escritor e graduado em Comunicação Social na UERJ.
O texto trata da crescente visibilidade dos blogs de política durante a crise política de 2005. Extraímos que a característica principal do artigo é apresentar os dados preliminares da pesquisa feita com 12 blogs, os quais, segundo os autores, possuem diferentes características. Tais quais: aqueles vinculados à imprensa tradicional, os abrigados em um grande portal e os independentes, com os anônimos ou assinados por jornalistas e autores.
No decorrer do texto podemos perceber que o blog de Ricardo Noblat foi tido como referência para argumentação e desenvolvimento do mesmo, por causa da “sua visibilidade, do ritmo de atualização e relevância política”. (ALDÉ et al, 2007. p.30). Segundo os autores, o surgimento de blogs e o aumento de acesso aos já existentes decorrem da crise política, a qual foi objeto de pesquisa para desenvolvimento do presente artigo. No início de outubro passaram a monitorar os blogs de quatro colunistas de política do jornal carioca O Globo, dois do UOL e os cinco independentes como por exemplo: O Biscoito Fino e a Massa, de Idelber Avelar, dentre outros. Para chegar aos 12 exemplares, eles mapearam a blogosfera, utilizando-se de conceitos de Barbosa e Silva. Os escândalos do mensalão tiveram papel determinante na trajetória dos blogs escolhidos como principais em atuação durante a crise. Os episódios excepcionais como guerras, eleições e escândalos sempre foram assuntos de interesse geral, o que ajudou a expansão dos blogs nessa época.
No desenvolver da leitura do artigo, passamos a refletir sobra à publicação de conteúdos informativos nesse meio de comunicação chamado blog. Weblogs são publicações diárias, que dão oportunidade às pessoas interessadas de comentar a respeito, expondo o seu ponto de vista. Por isso, tem crescido consideravelmente, porque com os blogs jornalísticos e os de opinião pública geram polêmica em meio à situação atual de cada país. No momento do escândalo do “mensalão” – período de vergonha e descrédito para o cidadão brasileiro, por exemplo –, por coincidência ou não, evoluíram durante essa etapa da história do Brasil, aumentando a quantidade de acesso aos blogs de política. “Em julho, quando a crise política cresceu no noticiário, o blog de Noblat que se mantivera durante quase todo o ano de 2004 abaixo de 100 mil visitantes únicos, já tinha mais de um milhão, alcançando quase o segundo milhão no auge da crise, em agosto”. (ALDÉ et al, 2007. p.33)
Embora crises e escândalos políticos não sejam novidades na política do Brasil, a crise de 2005 foi a primeira a contar com a presença de blogs como veículos de comunicação. Umas das características mais marcantes desse “veículo” é a atualização constante e a novidade. As pessoas não irão se interessar por postagens antigas, principalmente, os leitores insaciáveis por informação política. Os jornalistas e colunistas dos principais veículos postam comentários nos blogs uns dos outros e ajudam na disseminação do conhecimento dos blogs. Os independentes têm, geralmente, um círculo de freqüentadores mais restrito, que toma reconhecimento do blog por intermédio de outras pessoas, por links em outros sites e blogs. De acordo com os autores trata-se de uma realidade bem diferente, tanto em termos de acesso, quanto na participação dos leitores através do espaço para comentários. Porque com determinado reconhecimento, com as postagens realizadas sempre, e a publicação e disseminação dos blogs, os comentários conseqüentemente serão em maior quantidade, ganhando assim leitores assíduos. Como no caso dos blogs vinculadas a imprensa tradicional e os dos grandes portais, que já têm um reconhecimento prévio.
Apesar da liberdade que os blogs dão pela sua característica, a atitude mais constante do jornalista é de não tomar parte nos debates e polêmicas suscitadas em seu blog, geralmente lançadas e alimentadas pelos internautas. Além da atualização constante, declarações de objetividade e apartidarismo são marcas dos blogs de jornalistas.
Antes a palavra blog era logo remetida aos diários de adolescentes. Esse artigo mostra que apesar dessa “fama”, hoje é utilizado para fins sérios como um espaço para discussão da pauta jornalística e de assuntos que dizem respeito à esfera pública. Espera-se que esse veículo de comunicação considerado como democrático continue fazendo sucesso e ganhando cada vez mais leitores e admiradores, pelo fato de ser uma ferramenta de grande importância no mundo de hoje, com as tecnologias cada vez mais presentes, envolvendo a esfera pública no mundo virtual e ao mesmo tempo real.


Luciana A. Silva

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Quixabeira - da roça à industria cultural

Quixabeira - da roça à industria cultural

O que vem a ser cultura? Segundo o minidicionário da Língua Portuguesa: Cultura é o conjunto de experiências e realizações humanas (costumes, crenças, instituições, produções artísticas e intelectuais) que caracterizam uma sociedade. Todo mundo tem cultura? Ou será que ela só é característica da classe abastada? De forma alguma. Se levarmos ‘em conta’ a definição dela, podemos perceber que não existe uma distinção entre rico e pobre em relação a ela. A partir do momento que chegamos ao mundo pertencemos a uma cultura, seja rico ou pobre, bonito ou feio, independente de qualquer coisa, a cultura já pertence a nossa história, a cultura explica a nossa história. Querendo ou não fazemos parte dela e ela de nós.

O documentário Quixabeira – da roça à indústria cultural, foi produzido pelo Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB) sob coordenação do jornalista Paolo Marconi. A principal temática abordada no documentário é a cultura popular, onde estão envolvidas as classes altas e baixas representadas pelos músicos e roceiros respectivamente.

A cultura popular está associada a grande massa, às classes excluídas socialmente, dominadas por uma minoria. Ela não está ligada ao conhecimento científico, muito pelo contrário, diz respeito ao senso comum, a erudição vulgar ou espontânea.

O projeto Quixabeira foi fundado pelo músico Bernard Van Der Weid, carioca, filho de suíços, que se interessou pela maneira com que aquelas pessoas preservavam a cultura. Com a preservação da cultura popular quem sai ganhando somos nós mesmos por que a partir daí pode-se saber o porque do modo da gente se vestir, de falar e agir. Reconhecemos a nossa identidade cultural podendo encontrar respostas e explicações sobre nossa origem e nossos costumes.

O que não acontece tanto quanto deveria acontecer. As pessoas nunca dão valor ao que tem, sempre o que vem de fora é mais valorizado, é mais reconhecido, ou então apenas o que se tem um reconhecimento global que as pessoas passam a dar uma significação. No documentário, por exemplo, vemos isso claramente. O Cd gravado não teve uma repercussão boa. As composições dos Quixabeiros só passaram a ter mérito a partir do momento que uma das cópias foi parar nas mãos do músico Carlinhos Brown que ficou bastante animado com as músicas e teve a idéia de juntar três delas e formar uma única canção com o título Quixabeira.(Alô meu Santo Amaro, Vinha de Viagem e Amor de Longe).

Em seguida foi gravada por outras vozes do capitalismo como Caetano Veloso, Gal Costa, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Carla Visi da Banda Cheiro de Amor. Mas ainda assim não ouvimos falar dos quixabeiros, mesmo após o sucesso de suas canções eles continuam pobres e persistem em trabalhar roçando a terra seca todos os dias com a enxada.

Quixabeira é uma árvore que independente da época do ano está verde, ou seja, mesmo quando as condições oferecidas pela natureza são totalmente adversas, ela insiste em florescer. É o que acontece com a comunidade da quixabeira, que por mais ignorada pela indústria cultural, mesmo sofrendo preconceito, as raízes dela tornam-se mais profundas e resistentes.

Com toda musicalidade, religiosidade e folclore, a cultura dos quixabeiros é defendida e preservada com muito esforço e união por parte dos grandes músicos que estão escondidos pela vegetação essencialmente rasteira e que até então são desconhecidos. Eles expressam o mundo deles através da música, falando de suas vidas, revelando as próprias histórias.

Com um tom predominante polêmico esse documentário mostra um pouco da nossa cultura desconhecida e a questão dos direitos autorais das composições que foram gravadas por Carlinhos Brown junto com outros famosos.

A intenção de produzir o documentário foi de educar a população, mostrando o quanto é prestigioso reconhecer as nossas próprias crenças, os nossos valores. Através desse documentário podemos perceber e reconhecer o quanto é elogiável e bacana a iniciativa das pessoas que colaboraram com o desenvolvimento do projeto e que se dedicaram para que o trabalho e a arte daqueles “roceiros” fosse reconhecida. Essa iniciativa é muito importante e representativa do ponto de vista cultural e social, ainda que não se tenha uma repercussão mundial como deveria.

Não é negando as nossas raízes que vamos ser consideradas pessoas do bem ou melhores que outras, ainda que dominadas pelos ditames da cultura massificada, temos que reverter isso, ter brio de nossa origem e antes mesmo de se ter orgulho precisamos conhecer e valorizar o que de fato nos torna ricos. O nosso valor, a nossa identidade cultural.


Luciana Araújo Silva


Fiz este texto sobre o documentário "Quixabeira - da roça à industia cultural", para a disciplina Análise do Discurso Midiático no Segundo Semestre.

Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

Hoje, na aula de Oficina de Webdesign, nós recebmos as provas e asistimos as apresentações dos trabalhos das colegas: Isis e Patrícia. No final da aula, a professora falou sobre Photoshop e alguns termos referentes às questões da prova. Foi comentado também o tamanho das fotografias das matérias do Educação em Pauta que estavam esticadas...
Com a minha foto está tudo ok. Falta apenas o áudio ser liberado pelo professor Marcelo Freire.
Bjos,
Luciana.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Hoje, em sala de aula, estamos finalizando as atividades que serão avaliadas pela professora. Fotos, áudios, multimídias utilizadas no site do Educação em pauta - site de uso prático dos alunos do 6° semestre de jornalismo. Finalização dos blogs e site feito durante as aulas da professora Marilei. Nas duas próximas aulas, faremos a prova de webdesign.
SOUSA, Jorge Pedro. Fotojornalismo Performativo - o serviço de fotonotícia da agência Lusa de informação. Tese de doutoramento, 1997 (pág. 25 – 51). In: http://www.bocc.ubi.pt/ Acesso: dez 2006.

Percebe-se que no mundo da informação, a comunicação e a percepção das imagens passam a ser cada vez mais complicadas e superficiais. Dessa forma, os indivíduos passaram a consumir informações prontas, não dando importância e consequentemente desvalorizando a astúcia e o conhecimento, prejudicando a qualidade na assimilação dos fatos apresentados.
O fotojornalismo está inserido num contexto aparentemente industrial em relação à produção simbólica. Gera diversos sentido nas interpretações, podendo causar um impacto decorrente da imposição do observador frente ao contexto social relacionado a ele.
As fotografias possuem valores que confluem nas funções de “espelho da realidade” e de “verdade”, originado dos jornalistas ou fotojornalistas que são influenciados pela ideologia da objetividade. Além disso, a fotografia poderá transformar-se num local de coexistência e cumplicidade com o real, quando o observador aprender a ler as fotos e o fotógrafo aprender, a fotografar.
No texto de Jorge Pedro Sousa “Fotojornalismo Performativo”, observa-se que existe uma influência dos meios de comunicação na percepção e na cultura do receptor. Através de citações de autores como: Walter Lepman, José Manuel Susperegui, Margareth Ledo Andrión, Roland Barthes e muitos outros, Sousa defende a Importância e a relevância da fotografia no jornalismo e fala da necessidade do processo fotojornalístico de produção de informação na atualidade. Segundo ele as fotografias jornalísticas não são simples acontecimentos emergentes, são signos sob a forma de imagens fixas.
O autor considera como realista a imagem fotográfica que se orienta para a realidade, a que tem uma intenção e ambição de objetividade e no decorrer do texto ainda inclui a foto e o seu exercício decorrente que é o fotojornalismo, como patrimônio simbólico da humanidade.
Por isso que é importante refletir como são produzidas as fotografias (incluindo as que são alteradas e modificadas e que se passam por fotografias), e principalmente na maneira como são usadas e consumidas. Devido as diferentes leituras, as diversas interpretações, enfim, a forma como cada um interpreta a mensagem da fotografia, surgem cada vez mais signos.
Além de representar a realidade, a fotografia a cria, tornando-se capaz de distorcer nossa imagem no mundo representado e no momento que são difundidas pela mídia, ganham uma força maior, mais credibilidade - porque como diz Sousa, o senso comum acredita no que vê. Para eles a fotografia simboliza a verdade, dessa forma não vêem a possibilidade de se manipular uma imagem.
Devido a isso, podemos perceber a capacidade da fotografia em informar e despertar o interesse de qualquer um. A fotografia aprisiona pessoas à multiplicidade e ao congelamento de um momento que pode ser guardado para toda a eternidade.
Ao “congelar” pessoas, coisas ou situações em instantâneos, a foto funciona como um repetido testemunho que aquele instante já passou, não existe mais, desapareceu para sempre, morreu.
No jornalismo, por exemplo, o ato fotográfico é muito importante. A sua interferência determina a imagem que está em exposição. O fato da fotografia trazer a realidade é o que faz com que seja utilizada no jornalismo. A conexão da fotografia com a realidade é indiscutível.
Entretanto, no texto o ato fotográfico pode ser visto como ato agressivo, porque de alguma maneira acaba controlando imagens de pessoas ou com pessoas - sendo assim uma forma de poder. A “violação simbólica” citada pelo autor converte o mundo em observadores e consequentemente, em observados.
Jorge fala também dos novos padrões culturais e de sua representação na pós-modernidade. Segundo ele para interpretar ou entender a mensagem é preciso estar por dentro do contexto cultural. “Aqueles que não fizerem um esforço para aprender a linguagem das imagens e das linguagens multimédia serão os novos analfabetos do futuro”.
De qualquer forma, por mais complexa que seja definir o fotojornalismo como fala o autor, não se pode esquecer que o texto sempre acompanha a fotografia, sendo um suporte de conotação da imagem, podendo conciliar-se de diferentes modos. Mesmo com os avanços tecnológicos que são fáceis de induzir imagens diferentes da realidade, a legenda sempre será um suporte de interpretação e conotação da imagem fotojornalística.
Para Román Gubern trazido no texto, a tecnologia altera, manipula e distorce as representações fotográficas do mundo em torno de sete processos: Abolição dos estímulos não ópticos e do movimento; alteração da luminosidade, das cores, etc.; representação bidimensional de um espaço tridimensional; delimitação do espaço pelo enquadramento; estrutura granular e descontínua do suporte; e possibilidades de alterar a escala de representação.
Por causa disso, cada dia que passa será mais difícil exercer qualquer tipo de controle sobre as imagens, o que com certeza irá acarretar em problemas à moral e às ciências que as estudam.
Além de Gubem, o texto traz também autores que falam da relação da fotografia com a semiótica aplicada, abordando assuntos relacionados à semiótica peirciana. Partindo do pressuposto que a fotografia é um signo, Dubois propõe a classificação da fotografia como índice. Já Joan Costa diz que a particularidade da fotografia residiria na sua capacidade de produzir imagens icônicas.
Ao mesmo tempo em que a fotografia funciona como ícone, ela realiza-se como tal, por um lado, ela reproduz a realidade através de uma aparente semelhança, e por outro, tem uma relação causal com a realidade, devido ás leis da ótica; ou seja, ela nos mostra o presente, atualiza nosso passado e nos traz de fato para o presente.
É possível ver no texto elementos expressivos na estética fotográfica. Um dos que pode ser destacado é a estética do ruído que consiste na utilização significante de elementos como o grão ou a distorção. Relacionando questões da objetividade e da verdade em fotografia com a iconicidade, podemos entender o grau de semelhança entre o objeto e a sua representação como uma fotografia a cores que passa muito mais realidade, isto é, mais icônica do que uma preto-e-branco.
Quanto ao tempo de leitura da imagem, Sousa afirma que quem determina esse tempo é o observador. As imagens podem ter efeitos a longo prazo e isso pode ser comprovado, devido aos seguintes requisitos: Enfaticidade - as fotografias tendem a ser nítidas, tornando o fato principal imediatamente reconhecido; Relevância - as fotografias representam os aspectos mais significantes do assunto; e Oportunidade – As fotografias são obtidas no “instante decisivo” .
Por fim, podemos concluir a partir desse texto que antes de qualquer coisa a fotografia é indício do real. A fotografia, enquanto documento, existe porque um acontecimento realmente se produziu, a menos que seja uma foto manipulada, truncada. De qualquer forma, ela pode ser uma fonte de informação e comunicação, pois fornece provas e indícios acerca da realidade. Não que a realidade fotográfica satisfaça (necessariamente) a verdade histórica, mas ao registro expressivo da aparência, por isso pode ser considerada múltipla.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

OFICINA DE WEBDESIGN

Este blog foi criado para a discilplina de Oficina de Webdesign. Contarei o que foi feito em sala de aula e fora dela para exercitar e aprender sobre os assuntos relacionados à disciplina.
Durante as aulas tivemos algumas dificuldades por conta dos computadores e alguns probleminhas de rede. Algumas aulas não puderam ser executadas por conta da internet que estava fora do ar. Fui pra casa adiantar a edição do meu áudio para a matéria sobre o curso de extensão da FIB.(Educação Inclusiva). Fiz meu site com Ana Clara Mira Solla durante a aula. O blog comecei fazendo na sala e terminei em casa. Hoje, nós postamos no joomla as fotos para a matéria do Educação em Pauta. Finalizei a edição do áudio da entrevista com a coorenadora do curso de Educação Inclusiva da FIB, falta apenas postar no site www.switchpod.com. Estamos agora em uma rápida revisão para a prova que será na terça-feira, 9.